Os 10 melhores filmes do ano, de acordo com a crítica carioca, ganham mesa redonda no CCBB

Se você é uma espécie de cinéfilo – mesmo aqueles mais humildes, certamente já sabe de cor quais são as estreias que merecem ser premiadas esse ano. Mas, para quem está em cima do muro e ainda não têm as próprias apostas, o CCBB do Rio de Janeiro traz uma sugestão repleta de sétima arte para os próximos dias. A casa carioca vai promover, a partir do dia 19 até 27 de fevereiro, seis dias de debates no Cinema I do CCBB com nomes do cinema nacional, jornalistas e críticos de cinema.  A mostra ‘Os Melhores Filmes do Ano’, aponta os 10 longas que mais se destacaram, de acordo com a Associação de Críticos de Cinema do Rio de Janeiro (ACCRJ).

Durante a temporada cinéfila, a mesa de debates terá profissionais do quilate de Adailton Medeiros (Ponto Cine), Luiz Claudio Motta Lima (Cineclube Subúrbio em Transe), o cineasta Murilo Salles, o psicanalista Jurandir Freire Costa, o diretor de teatro Felipe Vidal, a atriz Simone Spoladore (uma de minhas atrizes preferidas no cinema nacional), o comentarista esportivo André Rizek, o jornalista e escritor Toni Marques, o escritor Eric Nepomuceno, o pesquisador João Carlos Rodrigues, o cineasta Kleber Mendonça Filho e o escritor Julio Ludemir, além dos críticos e membros da ACCRJ. Os debates ocorrerão sempre depois da exibição dos filmes que serão abordados pelos convidados de cada dia. A mostra será realizada até o dia 2 de março.

Serviço:
Local: Centro Cultural Banco do Brasil > Cinema I
Endereço: Rua Primeiro de Março, 66 – Centro  - 20010-000 / Rio de Janeiro (RJ)
Evento gratuito!

Confira a programação:

19/02
15h A Caça, de Thomas Vinterberg (Dinamarca, 14 anos, 115 min)
17h20 Amor, de Michael Haneke (França/Alemanha/Áustria, 2012, 14 anos, 127 min)
19h30 Debate com o cineasta Murilo Salles e o psicanalista Jurandir Freire Costa, além dos membros da ACCRJ Carlos Brito e Marcelo Janot.

20/2
15h Killer Joe – Matador de Aluguel, de William Friedkin (Estados Unidos, 14 anos, 102 min)
17h Rush – No Limite da Emoção, de Ron Howard (Estados Unidos, 12 anos, 123 min)
19h10 Debate com o jornalista e comentarista esportivo André Rizek e o jornalista e escritor Toni Marques, além dos membros da ACCRJ Francisco Russo e Mario Abbade.

21/2
15h30 Eternamente Pagu, de Norma Bengell (Brasil, 14 anos, 100 min)
17h30 Os Cafajestes, de Ruy Gerra (Brasil, 16 anos, 100 min)
19h10 Debate com os homenageados Adailton Medeiros (Ponto Cine) e Luiz Claudio Motta Lima (Cineclube Subúrbio em Transe), além dos membros da ACCRJ Lucas Salgado, Pedro Butcher e Zeca Seabra.

24/2
15h50 César Deve Morrer, de Paolo Taviani e Vittorio Taviani (Italia, 12 anos, 76 min)
17h20 Blue Jasmine, de Woody Allen (Estados Unidos, 12 anos, 98 min)
19h Debate com o diretor de teatro Felipe Vidal e a atriz Simone Spoladore, além dos membros da ACCRJ Daniel Schenker e Ricardo Largman.

26/2
14h30 Django Livre, de Quentin Tarantino (Estados Unidos, 16 anos, 165 min)
17h30 No, de Pablo Larraín (Chile/Estados Unidos/França, 14 anos, 115 min)
19h30 Debate com o jornalista e escritor Eric Nepomuceno e o jornalista e pesquisador João Carlos Rodrigues, além dos membros da ACCRJ Luiz Filippo Pitanga e Rodrigo Fonseca.

27/2
15h Tatuagem, de Hilton Larcerda (Brasil, 16 anos, 110 min)
17h10 O Som ao redor, de Kleber Mendonça Filho (Brasil, 16 anos, 131 min)
19h30 Debate com o cineasta Kleber Mendonça Filho e o escritor Julio Ludemir, além dos membros da ACCRJ Gilberto Silva Jr e Leonardo Luiz Ferreira.

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Em clima de Valentine’s Day, ideias de fantasias para casal!

Já que hoje é dia de São Valentim, a famosa data em que se comemora o Valentine’s Day dos americanos, usada também pelos brasileiros como desculpa para trocar presentinhos com a pessoa amada, resolvi dedicar esse dia também ao Carnaval. Por que não? Afinal, faltam exatamente 15 dias para a gente cair na folia e a perguntar que não quer calar é: e a fantasia, já está pronta?

Decidir a própria fantasia é uma tarefa fácil. Afinal, é uma única cabeça para escolher o que vestir de acordo com os próprios gostos e interesses. Mas, já para o casais de namorados, xiiii… Não é nada fácil chegar a um acordo da melhor caracterização para fazer inveja na avenida. Portanto, contamos com a ajuda do Pinterest (amém!) para selecionar as fantasias mais criativas desenvolvidas por um duo. Quem sabe você não encontra a sua metade por aqui?

Os casais nerds vão ficar a coisa mais linda vestidos de Tetris, assim como os o Pacman couple. Mas que tal uma dupla de Legos?

Já esse casal, parece ter sido atingido pelo raio do amor!

Os casais de Humanas, historiadores e pesquisadores sobre guerras podem apostar em cartazes políticos, como o famoso cartaz americano ‘We cant do it’, que traz um desenho de Rosie, a “rebitadora”, e foi inspirada em uma mulher real: Rose Will Monroe, representando a incorporação massiva das mulheres no mundo industrial. Já para os rapazes, a fantasia de pôster do Tio Sam e o ‘I want you’, encomendado pelas Forças Armadas americanas, que recrutava soldados para a Primeira Guerra Mundial.

Para não se perder no meio da multidão, a dupla pode sair de Google Maps, localizador, Foursquare – fica à gosto do casal.

Formação de quadrilha é crime, mas se for para roubar beijos a gente arruma um habeas corpus!

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Bloco carnavalesco do Rio vai homenagear o sambista Nelson Sargento!

Quem me conhece um pouquinho, certamente sabe da minha paixão pelo melhor idosinho (categoria carinhosa que arrumei para ele) da Velha Guarda da Mangueira. Memória viva do samba carioca, da Estação Primeira de Mangueira e um dos maiores sambista de sua geração, Nelson Sargento é o motivo que levará o bloco Corre Atrás às ruas do Rio no Carnaval deste ano. Se eu já estava ansiosa antes, imagina agora? A homenagem é um presente aos 90 anos (e contando!) do bamba criado pelos morros da cidade nos tempos de calmaria.

Se você também ficou curioso, vem sambar comigo no esquenta que vai rolar na Quadra do Santa Marta, em Botafogo, no próximo sábado (15), a partir das 19h. Já para os dias de folia, o bloco promete arrastar a multidão na segunda de Carnaval, dia 3, pelas ruas do Leblon, com concentração às 10h. Vem comigo?

Quem sabe o próprio Nelsinho não vai até lá dar um alô para a gente? Não descarto a possibilidade, já que ele subiu no trio elétrico do Timoneiros da Viola (bloco em homenagem a Paulinho da Viola) que aconteceu em Oswaldo Cruz, no ano passado.

Como resgate da tradição, serão cantadas as marchinhas mais conhecidas. Para garantir a animação constante, durante os intervalos, os Djs da Rastropop – especializada em atrações musicais de festas particulares e que apoia o bloco – irão comandar as carrapetas com os mais diferentes estilos. Especializado em samba, o Corre Atrás já homenageou preciosos sambistas como Candeia, Paulo da Portela e Azeitona.

Se você quiser conhecer um pouco mais deste sambista singular, aperte o play neste documentário sobre o compositor dos emblemáticos versos ‘O samba agoniza mas não morre’.

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Cícero Rosa Lins dispara: “Não gosto de nada que a fama traz”

Dois anos após seu álbum de estreia “Canções de Apartamento”, Cícero Rosa Lins continua em pleno vapor. Em seu mais recente trabalho, o CD “Sábado”, ele permanece com seu estilo intimista, vasculhando fundo as suas percepções sobre a vida. Mas, neste disco, lançado ano passado e liberado para download na internet, há espaço para novos questionamentos. Se o primeiro disco foi campeão de críticas positivas, neste outro, interpretações dúbias e até um pouco maldosas abrem novas possibilidades para o debate. No seu show de lançamento, em janeiro, no Circo Voador, ficou claro que, depois de o público tanto cantar “É sexta-feira, amor” (verso da música “Ponto Cego”, do Canções), “Sábado” tem tudo para cativar os fãs por mais tempo do que apenas o dia de semana que dá nome ao trabalho. Afinal, o carioca de 26 anos vem se adaptando às delícias da fama, mesmo desdenhando dela, e isto pode ser sentido pelo seu público.

Diante desse novo projeto, aproveitei para bater um papo cabeça com o artista sobre seu rumo e a nova fase de sua vida. Confira abaixo!

Você dedicou alguns anos de sua vida trabalhando no “Canções de Apartamento” com afinco, mas levou apenas pouco mais de um ano para criar “Sábado”. Como é lidar com prazos curtos e inspiração? O resultado ficou como você queria?

CR: Dediquei dois anos ao “Canções”. Antes dele, lancei o segundo álbum da minha antiga banda (Alice), que seguia um pouco a linha do “Sábado” para, depois, criar um contraponto com o “Canções de Apartamento”. Faço esse movimento de expansão e retração há muito tempo. Na verdade, não me comprometi com nenhum deadline e também não vejo a inspiração como a minha forma de compor, sabe? já pensei muito nisso. Me sinto curioso, gosto de ir onde ainda não fui e essa sempre foi minha essência. É uma forma de me manter animado, bem estimulado. Sou meio “garoto-enxaqueca” (lembrando o icônico personagem da MTV): as coisas perdem a graça muito rápido para mim, daí novas coisas me despertarem o interesse. Novas coisas, novas pessoas, novos lugares, diga-se de passagem. Esse disco ficou exatamente o que eu queria. Eu vinha de um exercício de carpintaria de canções, queria sair um pouco daquela órbita e preferi expressar meu desconforto e desânimo com a cidade, com a época, com esses valores de agora. Meu desconforto e desânimo transparecem nesse CD. Missão cumprida.

No auge do sucesso do “Canções”, você parou de fazer shows e deixou os fãs do Brasil inteiro praticamente “órfãos”. A velocidade da fama e as obrigações vindas com ela o assustam?

CR: Muito. Não quero ser famoso. E isso já começa por eu não agir como tal. Não gosto nada daquilo que a fama traz e não deixei os fãs órfãos. O estado das coisas é que está deixando a gente órfão. Sou apenas um compositor, quero ocupar apenas esse espaço e questiono até a ideia de fã, porque esta palavra vem de fanático, como se não houvesse senso crítico ou humanidade na relação. E há.

Depois do sucesso do disco de estreia, você tremeu na base, pensando que as pessoas não pudessem “entender” “Sábado“, já que esse trabalho veio mais áspero, menos poético e com frases de efeito?

CR: Não temi, porque a única diferença do “Canções” para o “Sábado” é a linguagem. Um é mais funcional, o outro é minimalista, o que não quer dizer que um seja mais claro que o outro. Fiquei chateado com a maldade da mídia alternativa, que atrapalha o entendimento. Eles estão ocupando o lugar que os jornais e revistas ocuparam por décadas. Entendo isso, a porta está aberta, eles querem entrar, mas acabam repetindo os mesmos erros. “As pessoas” não existem, o que existe são indivíduos, cada um com seu senso crítico, sua capacidade de analisar os dados de acordo com sua própria consciência. Os formadores de opinião vão acabar, todas as opiniões serão possíveis e todas as verdades vão bater cabeça. E eu sei que cada disco acaba encontrando seu público naturalmente, furando qualquer bloqueio de compreensão. Eu acredito naquilo que estou construindo e no que estou desconstruindo. É a minha vida, pô! Não vou deixar ela ser influenciada por valores que não são meus.

Esse disco representa uma nova fase em sua vida? Qual foi a chancela que você buscou imprimir nesse CD?

CR: Com certeza. Cada disco vai representar sempre uma nova fase enquanto eu estiver em transição. Hoje sou esse cara, ontem era aquele, amanhã serei outro. Não busco chancela, já tive muito mais do que jamais desejei. Gostaria que fosse até um pouco menos de atenção, na verdade. Só não vou me deixar levar por nenhuma maré, por mais sedutora que ela se mostre.

No show de lançamento do álbum, no Circo Voador, você se mostrou bem mais solto e seguro no palco. Já que você é anti-celebrity, como é esse processo de aceitar que as pessoas estão ali mesmo para ver o Cícero-artista, conhecido no país inteiro?

CR: Foi e ainda é difícil. Mas eu entrei no palco e senti uma carga forte no meu coração. Quando lancei “Sábado” quase fui entregue para um pelotão de fuzilamento. Eu nunca vi na história da internet brasileira um artista ser tão abertamente atacado por ter feito um disco seguindo seus próprios instintos. Mas, felizmente, as pessoas pensam e isso me deixou muito feliz, aliviado, emocionado. Seja no Recife, em Belo Horizonte, São Paulo ou Portugal, tem sido sempre a mesma coisa. Daqui a 10 discos, esses dois serão apenas meus dois primeiros e eu sei que vou me orgulhar de todos. Sigo a vida buscando o meu lugar.

*Essa entrevista foi feita por mim, para a coluna da jornalista Heloisa Tolipan e, agora, estou reproduzindo em meu blog. ;)

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Antecipando o Carnaval, Rodrigo Amarante lança clipe de “Maná” com imagens familiares

Êeeee maná, hoje o canto é pra cura de amor!

Acaba de sair do forno, diretamente dos Estados Unidos, onde o cantor vive atualmente, o novo clipe do Rodrigo Amarante. A faixa “Maná” é o destaque do disco Cavalo, lançado em 2013 e alvo de críticas negativas sobre a mistura de elementos que, muitos acreditam, não levar à caminho nenhum. Bem, independente do que tenham achado, eu curti bastante o disco e Maná, sem dúvidas é a minha preferida.

Sobre o novo clipe, o músico também postou uma mini sinopse explicando as imagens, que foram gravadas durante carnavais das décadas passadas, pela mãe do artista. Certeiro, não tinha melhor época para lançar este videoclipe que deixa o coração quente de ansiedade para a melhor época do ano.

“Essas imagens foram feitas por meu pai e minha mãe em 75 e 76 durante o carnaval em Saquarema, município do estado do Rio de Janeiro. Essas pessoas que se vêem aqui são minha família, meus pais e avós, tios, primos e amigos, gente maravilhosa, meus grandes heróis na infância. Todo ano eles formavam esse bloco chamado Saquarema de Banda. Dá pra ver muito claro porque ao invés de chamar de Banda de Saquarema eles inverteram o nome. Todos eles de banda, alguns mesmo entortados, todos palhaços, crianças em espírito. Foi assim que eu cresci e tão logo eu consegui segurar uma baqueta passei a tocar com eles no bloco. Esses foram os momentos mais felizes da minha infância e eu e minha irmã fomos pra sempre marcados por essa época, essas pessoas. Minha irmã, com quem dirigi e editei esse vídeo é hoje ritmista da Estação Primeira de Mangueira e foi pra ela que eu escrevi essa música. Maná é a graça, a benção, e Má é ela, Marcela. Esse vídeo é uma homenagem à todos que fizeram parte desse bloco, especialmente os mais velhos que faziam tudo acontecer, uma prova de que apesar de nos sentirmos muito modernos e livres no século 21 nossos pais e avós eram muito menos caretas do que somos. Bom, pelo menos os meus.”

Assista ao clipe:

Maná from Rodrigo Amarante on Vimeo.

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Tradicionais telefones vermelhos de Londres vão virar mini-galerias de exposição!

As famosas cabines vermelhas, tão cobiçadas por turistas do mundo inteiro que passam por Londres, recebem nova função nos próximos meses: além de serem um símbolo britânico, ao lados dos táxis pretos, o Big Ben e os ônibus de dois andares, os tradicionais pontos telefônicos vão virar uma mini-galeria de arte! Esta é uma iniciativa d do bairro de Cheltenhams, em Gloucestershire, no oeste da Grã-Bretanha, para conservar este cartão de visita retrô, que quase já não é mais usado, graças ao advento dos eficientes smartphones.

Criadas nos anos 1960, as vermelhinhas estavam começando a se decompor pelas ruas, mas agora, foram recolhidas e receberão o devido tratamento – uma reforminha básica, um tapa na pintura e já já voltam para seus lugares originais prontas para começar o novo trabalho. A ideia é fazê-las servir de instalação para qualquer produção artística que a imaginação permitir! Além de preservar as cabines, a administração de Cheltenhams pretende atrair mais turistas e levar um pouco de arte para o dia a dia da população.

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As músicas acústicas do Arctic Monkeys que você nunca ouviu!

Parem as máquinas! Para tudo, porque venho até para dizer que Alex Turner estava escondendo um tesouro de nós e só descobri agora: acabo de ficar sabendo que existe uma coletânea de músicas do Arctic Monkeys em versão acústica, que nunca foi lançada ou divulgada!

O álbum não-oficial foi intitulado “Straighten the Rudder”, que é um verso da letra de
“Crying Lightning” – e traduzido significa “endireitar o leme”, no caso da música, de um barco ou navio. A coletânea não tem a assinatura da banda, mas circula pela internet desde o ano passado e parece ter sido criada por um membro de um fórum de discussões sobre a banda.

As canções dessa coletânea misteriosa foram misturadas e reúnem sucessos de diversos álbuns da carreira do grupo. Ouçam a lista e contem para a gente qual foi a versão preferida de vocês! ;)

1 Reckless Serenade (0:00)
2 Crying Lightning (2:29)
3 Only You Know (Dion) (6:24)
4 No Buses (9:28)
5 Too Much To Ask (12:33)
6 The Bakery (14:41)
7 Suck It And See (16:54)
8 Colour Of The Trap (Miles Kane & Alex Turner) (20:07)
9 Only Ones Who Know (23:03)
10 Dance Little Liar (25:21)
11 Cornerstone (28:43)
12 Piledriver Waltz (31:53)
13 Fluorescent Adolescent (34:37)
14 Joining The Dots (37:12)
15 Mardy Bum (40:22)
16 Bigger Boys and Stolen Sweethearts (43:14)
17 Riot Van (46:05)
18 A Certain Romance (48:21)
19 Fire And The Thud (52:45)
20 Strange (Pasty Cline) (56:03)
21 Secret Door (58:13)
22 Love Is A Laserquest (1:01:56)
23 The Lovers (Rod McKuen) (1:04:17)

Fonte: Gambiarra 

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Nova linha do Boticário aposta em matérias-primas que iluminam a pele

Aproveitou ao máximo o sol no início do ano? Então chegou a hora de retomar a rotina de cuidados com a pele do corpo. Inspirado nas texturas e sensações que fazem parte do ritual de beleza das mulheres, O Boticário trouxe para sua linha de cuidados pessoais Nativa SPA, duas novas famílias de ingredientes: Baobá & Tamanu e Castanha de Kukui & Tâmaras. As matérias-primas presentes nos nestes produtos remetem ao prazer de um banho revigorante, potencializado pela fragrância envolvente e a sensação de um toque aveludado na pele. – Já quero a linha inteira! (aloca dos hidratantes)

Para quem nunca ouviu, falar, o baobá é uma árvore famosa da África, conhecida pelo seu tamanho e tronco extenso. Já o tamanu é uma fruta da Polinésia considerada sagrada por seu sabor especial. Esses dois ingredientes exóticos emprestam suas propriedades hidratantes para os quatro novos produtos: óleo corporal, sabonete líquido, manteiga corporal e creme para as mãos. Não há motivo para deixar a pele castigada pelo sol!

Por possuir textura de espuma cremosa e não ressecar a pele, o sabonete líquido é ideal para ser usado durante o banho e, para potencializar os cuidados, o óleo corporal garante até 30 horas de hidratação e um visual iluminado, dando aquele brilho ao seu bronzeado.

Fotos: Divulgação

O segundo conjunto, traz a castanha de kukui, originária do Havaí, que é conhecida por iluminar a pele. Já as tâmaras são frutas secas encontradas nos desertos do oriente médio cujo óleo essencial tem alto poder hidratante. Aproveitando a qualidades desses frutos, o óleo hidratante desta linha proporciona textura sedosa à pele e um aspecto iluminado. Para potencializar a hidratação, a dica é investir também na loção que oferece rápida absorção, deixando a pele mais lisinha e perfumada. Já os pés, que necessitam de cuidados especiais, ficam mais macios com o creme pensado especialmente para esta área, na qual a pele costuma ser mais grossa. Curtiu? Então fique ligada, porque os lançamentos chegam às d’O Boticário dia 25 de janeiro.

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Recordar é viver: Alexandre Herchcovitch celebra 20 anos de carreira com coleção de peças hits reeditadas

O ano começou em clima de festa e recordação para Alexandre Herchcovitch! O estilista completa 20 anos de carreira este mês, mas, o presentão ficou por conta de uma surpresa preparada para os admiradores de sua grife: para celebrar a data, o estilista criou uma coleção-cápsula especial, que traz de volta peças ícones das duas últimas décadas de sua marca, a Herhcovitch;Alexandre.

Foto: Divulgação

Entre a famosa caveira-Mickey Mouse e o xadrez colorido, ao todo, são 35 peças reeditadas, originalmente lançadas entre 2000 e 2012, como tops, paletós, vestidos, saias, calças, camisas e camisetas. Os modelitos estão à venda nas lojas Herchcovitch;Alexandre de São Paulo e Rio e em multimarcas selecionadas. Mas, Alexandre não parou por aí: o designer também preparou embalagens especiais que trazem três estampas icônicas da marca, para os clientes que passarem por sua boutique nesta época. Tratam-se dos prints de caveira e ossos da coleção masculina de verão 2003, das lâminas da coleção feminina de verão 2007 e das letras e números da coleção feminina do verão 2013. – Quero todas!

 

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Cult! Centro histórico do Rio reúne arte, gastronomia e feira de antiguidades

Imagina reunir em um único dia feira de arte, gastronomia e, de quebra, curtir um jazz contemporâneo em um endereço histórico da cidade? Se você gosta de programações cult, não deixe de conferir a mostra que vai rolar este sábado (18), no Centro do Rio Antigo.

o grupo All That Jazz Band toca a partir de 14h30 (Foto: Divulgação)

A primeira edição de 2014 da mostra ‘Jazz, Arte e Gastronomia’, na Rua do Lavradio, vai receber o grupo All That Jazz Band, especializada no Hot Jazz, o estilo vibrante de New Orleans, nos Estados Unidos. A banda se apresenta a partir das 14h30, no espaço musical montado em frente à Praça Emilinha Borba. Além disso, no mesmo ambiente acontece a tradicional feira de objetos e antiguidades, para aproveitar o momento e ainda fazer umas comprinhas com capricho retrô.

Realizada pelo Polo Novo Rio Antigo, a mostra ‘Jazz, Arte e Gastronomia’ acontece todo o terceiro sábado do mês. Desde de outubro de 2013, o evento deixou de se chamar Mostra de Antiguidade e Gastronomia. A intenção da mudança no nome do evento foi destacar a importância que o Jazz passou a ter não só na programação, como na cultural brasileira, já que é um dos ritmos que tem se destacado no quesito festivais.

A mostra, que é gratuita, acontece no Quarteirão Cultural da Rua do Lavradio – trecho que vai da Rua Visconde do Rio Branco a Rua do Senado, das 10h às 18h.

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